quarta-feira, 29 de julho de 2009

As Grandes Músicas do Rock #5- Bycicle Race- Queen


Por Bruno


Com este post, de certa forma comemorativo (em homenagem ao dia do Rock, como sempre, uma postagem atrasada em mais de uma semana), tomo, pela primeira vez, a liberdade de utilizar uma das seções criadas por meu parceiro de blog Luiz, e já o convido para fazer o mesmo com minhas seções, caso queira.

Sem mais delongas, minha primeira música homenageada não é a melhor melodia da história do Rock, tampouco a melhor música da fantástica banda inglesa Queen – aliás, se fosse listar os magníficos riffs desta banda, teria de criar uma seção exclusiva para ela. Porém, o que impressiona nesta música é sua letra miraculosa e completamente antiamericana (o que agrada muito a mim e aos meus compatriotas brasileiros, tendo em vista que o Brasil lidera o ranking dos países que mais odeiam os Eua). Bycicle Race, de título aparentemente inocente, não trata simplesmente de uma corrida ingênua e despreocupada de bicicletas, mas sim de temas políticos e contra a hegemonia americana na Cultura, indo de encontro com as influências yankees.

A letra genial ainda critica o cinema americano, quando cita Peter Pan, Star Wars e Frankenstein, sobrando no final da música até para o cowboy John Wayne (que estrelou filmes cults de Velho Oeste, como Álamo, El Dorado, Rio Bravo e Onde Começa o Inferno). Também se encontram duras críticas ao ex-presidente Richard Nixon, com fatos de seus dois mandatos. Primeiro, durante seu primeiro governo de 1968, a melodia cita a Guerra do Vietnã, depois cita o escândalo de Watergate, já no segundo governo de 1972, caso que acabou por fazer o presidente renunciar. Watergate, que depois viraria filme, foi um caso de espionagem dos Democratas (situação à época) contra o Comitê do Partido Republicano (oposição), onde foi descoberto em escutas, que o presidente estava ciente das ações. Quem foi informante durante as investigações era um tal de Deep Throat (nome homônimo de filme pornô clássico, em português, Garganta Profunda, que tratava da história de uma mulher que possuía o clitóris na garganta) que depois revelou ser W. Mark Felt, ex-agente do FBI, que ajudou a desmascarar as ações dos democratas. Gerald Ford assumiu após a saída de Nixon, isentando-o de responder por Espionagem.

Como não poderia de ser, Freddie (ou Freddy?, alguém por favor me esclareça) ainda canta sobre a questão do sotaque carregado inglês da Grã-Bretanha, em contrapartida do inglês mais sonoro dos americanos.

É com certeza umas das músicas mais bem humoradas da História do Rock’n’Roll. Não há comparações de guitarra ou bateria com outros mitos midiáticos, como Back in Black, Paranoid ou Welcome to The Jungle, mas o clip da música, recheado de modelos inglesas nuas ‘pilotando’ sortudas bicicletas, faz de Bicycle Race o exemplo concreto do lado mais irreverente do Rock de todos os tempos.


A Importante Rotatividade na Seleção


Por Bruno


Um dos pontos fortes de Dunga no comando da Seleção, além de ganhar todos os torneios que disputou (esperamos que ele não imite seu antecessor Parreira que venceu tudo, menos o Mundial, ou seja, o mais importante), é o fato de ele experimentar jogadores novos e, o mais importante, no tempo certo. Foi assim com Nilmar e André Santos, e está sendo agora com o muito bom jogador Diego Tardelli (que nesse ano, possui a incrível marca de 31 gols em 36 jogos, além de liderar a disputa pelo Prêmio Friedenreich, de artilheiro do Brasil). Aliás, é a única surpresa para o amistoso do dia 12 de agosto, contra a Estônia, que o sétimo anão trouxe (me lembrei agora da ótima piada que saiu certa vez, que eu muito me engane, na capa da Rolling Stones: Dunga e os onze Ah não!).
É verdade que para enfrentar esta inexpressiva seleção européia, poder-se-ia convocar até mesmo a mim e a meu colega de blog (não, ele não). Mas por outro lado, há uma certa preocupação já para o jogo com a Seleção da Argentina, cujo confronto será no estádio do Rosário Central, ao invés do estádio do River, na capital Buenos Aires. Talvez seja um alento, mas jogos realizados em território argentino, ainda mais agora (com o advento da nova gripe suína), sempre são motivo para desagrado do torcedor brasileiro. Basta lembrar da Copa de 78, disputada na Argentina de Perón, onde a Seleção, que ainda contava com Riva, foi eliminada após o estranhíssimo jogo onde a Argentina goleou o Peru. O Brasil já havia enfrentado os argentinos naquela competição, com empate sem gols. Bom, deixa pra lá, afinal História é história.
Esperava ver mais surpresas na Seleção Canarinho, como a convocação do goleiro corintiano Felipe, por exemplo, do volante Pierre e do atacante Diego Souza, do Palmeiras, além de algumas promessas que já desfilam no exterior, como o ex-cruzeirense Guilherme. Dunga não pode estar falando sério quando ainda insiste em Josué, ou até mesmo o elogiado Miranda (que em minha modesta opinião, não está no mesmo nível de Lúcio e Juan). Se fosse Dunga, ousaria em levar a Seleção uma dupla já formada no clube em que jogam, como por exemplo, Chicão e William do Corinthians – apesar de que após o Derby...
Esperamos que Tardelli, um jovem de apenas 24 anos que já serviu as seleções de base, vingue no Brasil, podendo ser um substituto direto de Luis Fabiano, já que Nilmar não consegue repetir as boas atuações em seus clubes pela Seleção. O ataque deve ser a posição mais disputada até a Copa, pois há muitos bons jogadores a disposição na posição, como Adriano, Fred, a fênix Ronaldo (será possível?Quem sabe ao lado de Rivaldo e Romário?), Wagner, da Raposa mineira, além de alguns azarões, como Jonas e Herrera do Grêmio (o último, um argentino, nunca convocado pela AFA, que poderia ser acolhido pela CBF).
Boa sorte ao irmão feio de Thierry Henry!

P.S.: No Mundo da Bola: Cristiano Ronaldo marcou pela primeira vez com a camisa do Real Madrid, contra a LDU.
Muricy Ramalho diz estar ansioso pela estréia pelo Verdão (típico de um ex-são paulino).
Ronaldo só volta aos gramados em setembro, provavelmente contra o Santos. O jogador será operado no braço esquerdo nesta quarta-feira, 29.
Tardelli disse ser a maior emoção de sua vida após o nascimento da filha (eu diria algo parecido, mesmo sabendo que há dezenas de coisas mais importantes que o nascimento de um filho com futuro incerto).

domingo, 26 de julho de 2009

Superação


Por Bruno


Este domingo foi recheado de grandes surpresas e destaque no Mundo da Bola. Começando pelo octacampeonato da Seleção Masculina de Vôlei (recheada de jogadores de uma nova geração, com apenas Giba, Rodrigão e Serginho como remanescentes de times passados). O Beogradska Arena, se encantou com a ótima e disputadíssima final do torneio entre os donos da casa, os sérvios, e os brasileiros, que agora se igualam aos italianos no número de títulos da Liga Mundial de Vôlei Masculino.

Houve ainda a disputa do terceiro lugar, onde a Rússia impôs seu jogo sobre Cuba, fechando a partida por três sets a zero. Mas valeu mais o sofrido placar de três sets a dois dos brasileiros, fechando o jogo no tie-break por 15 a 12. O placar fez o filho do técnico linha-dura Bernardinho, o levantador Bruno, ir as lágrimas, por sua primeira conquista como titular absoluto da Seleção. Este também, um dos mais cobrados do time (para evitar os comentários de nepotismo esclarecido), que foi um dos destaques do time, além é claro, do Escadinha (o líbero Serginho, para os mais desfalcados no assunto), além da unanimidade, o craque das quadras, Giba – este que já teve problemas com narcóticos, em tempos passados. O oitavo título da liga consagra de vez a geração de ouro do Brasil, que já contava com a conquista da medalha de prata, nas últimas Olimpíadas de Pequim (ou Beijing, numa atualização lingüística desnecessária).

No mesmo horário, no Brasil, algumas equipes brasileiras entravam em campo, pela décima quarta rodada do Campeonato Brasileiro de Futebol, com destaques para os jogos entre Santos e Flamengo, além do Derby Paulista entre Corinthians e Palmeiras, disputado no interior do estado, na cidade de Presidente Prudente.

No clássico paulista, os holofotes voltados ora para Ronaldo, ora para Muricy (nova contratação do time do Parque Antártida), quem de fato brilhou foi o pseudojogador, mito baiano, famigerado atacante, desprovido de beleza e excêntrico boleiro, Obina. Aquele mesmo de Vitória e Flamengo, fez as alegrias da torcida alviverde, ao anotar três tentos no jogo, liquidar a partida e pedir a música no Fantástico – na verdade, eu não sei se ainda há este quadro irreverente no programa, já que estou sempre ‘plugado’ no humorístico Pânico na Tv!. Ah sim, o Flamengo venceu o Santos por dois gols a um...

Como prometido, postei após a vitória palmeirense, acompanhei o clássico e, como não poderia deixar de ser, faço agora algumas observações a respeito do jogo:

  • Pouco antes da marca de vinte minutos, Ronaldo sofre falta do bizarro volante ruivo Souza, contundindo sua mão esquerda, deixando a partida, para dar lugar ao também volante Moradei (explicou o técnico Mano que fora para complementar o meio campo);
  • Num dado momento da partida, já na segunda metade, registravam-se trinta faltas, sendo destas vinte e uma do Palmeiras;
  • O Corinthians sofreu com as ausências de Cristian e André Santos (este último que estreiou com gol na Turquia);
  • Atípicas atuações de Chicão (autor de um pênalti bizarro, que não se vê nem nas peladas mais amadoras das várzeas), do lateral Alessandro e do técnico Mano Menezes, que realizou a proesa de errar em todas suas substituições (inclusive na última, onde o jovem Marcinho se complicou na dividida com Obina, cedendo o contra-ataque mortal do terceiro gol);
  • O Palmeiras desviou a atenção de seus jogadores para o técnico recém contratado, além de se queixar da vinda ao estádio de ônibus, ao invés de avião;
  • O árbitro Gaciba foi acusado de querer compensar possíveis erros de uma passada partida da Copa do Brasil, favorecendo a equipe palmeirense em alguns lances (Armero e Souza deveriam ter sido expulsos, por exemplo);
  • O atacante Obina chega agora a incríveis oito gols pelo Palmeiras neste campeonato (o mesmo número de gols do Imperador, contra seis do Fenômeno e cinco de Nilmar, só para citar verdadeiros goleadores), o que de maneira alguma possa ser algo aceitável, contrariando quaisquer lógica, razão e leis que regem o Universo.

Ele é o cara - 2


Por Luiz


Grande jogo nesta tarde de domingo. De um lado Dentinho, Ronaldo, Felipe. De outro Diego Souza, Obina, Marcos. O maior clássico do Brasil, jogo sempre disputado e que vale muito mais que três pontos. O Palmeiras vinha de uma derrota para o Goiás que não abalou a ótima fase que vive o time. O Corinthians vinha de três vitórias só que lamentando a venda de André Santos e Cristian.
E, como nos últimos 3 anos, a tarde foi verde. São 1004 dias de invencibilidade contra o maior rival, que vem tendo um ano espetacular. Ou vinha...
O Verdão começou bem, criando chances claras de gol na primeira etapa, como na falta que Cleiton Xavier mandou no travessão ou como o chute espetacular do Edmílson pra bela defesa do Felipe. Mas foi quando Pierre caiu de elemento surpresa na direita e cruzou a bola pra uma cabeçada perfeita de Obina, que a vitória começou a se desenhar.
O Corinthians já tinha perdido o Ronaldo e não vinha jogando absolutamente nada, sendo que nem conseguia finalizar. O primeiro tempo poderia ter sido ainda pior para o time sem estádio.
Mas eis que vem o segundo tempo e com ele o pênalti escandaloso em Cleiton. Obina bateu duas vezes pra aumentar o placar. Se antes o “Timão” já estava desorganizado, esse baque foi o golpe de misericórdia na moral corinthiana. Tentativas que não davam em nada, um time se lançando pra frente e deixando espaços atrás.
E foi num desses espaços que, de novo, o Cleiton Xavier chegou com o Obina pra rolar pro atacante fazer seu terceiro gol na partida. Aí foi fechado o caixão. Alessandro ainda foi expulso por uma falta violenta no Pierre, deixando o seu time ainda mais desnorteado.
Destaque para o Souza, volante do Palmeiras que jogou muito bem tanto na marcação como na saída de bola, pra zaga palmeirense que se portou bem e pro Cleiton Xavier, que sofreu o pênalti e fez a assistência pro último gol.
Mas também não posso deixar de colocar aqui um trecho do texto homônimo escrito pelo meu colega de blog, sobre o Jorge Henrique (que aliás ficou sumido no jogo):

“Prometo a publicação de um novo post logo após o término do Derby Paulista entre os arqui-rivais Corinthians e Palmeiras, independente do resultado. Apesar de que parece até ser previsível quem deve se sair melhor num duelo de Ronaldo e Obina...”

Realmente, muito previsível...

sábado, 25 de julho de 2009

Ele é o Cara


Por Bruno


A postagem mais atrasada da curta história de CDQS, finalmente está redigida. No primeiro dia do mês, o Corinthians (Futebol Clube, como disse Gustavo Nery em sua apresentação) venceu o time do Internacional na disputadíssima final da Copa do Brasil. Com uma campanha de encher os olhos, o Timão mostrou-se superior a todos os seis adversários que enfrentou. Foram cinco vitórias, quatro empates e apenas uma derrota – a dramática derrota para o Furacão, que vencia os corintianos por três tentos a zero, um placar quase fatal, até que dos pés de Cristian e Dentinho, insurge a recuperação corintiana, nas oitavas de final da competição que é o caminho mais rápido para a Libertadores da América.

O Inter vinha mordido do conturbado torneio de 2005, vencido por seu adversário, com benefício dos jogos remarcados após o Escândalo da Arbitragem, protagonizado por Edílson Pereira de Carvalho, o fanfarrão, que até já voltou as funções de árbitro, perdendo apenas o distintivo da Fifa. Por outro lado, o Corinthians vinha de um vice campeonato em 2008 contra o time do nômade Carlinhos Bala, à época defendo o rubro-negro pernambucano, Sport Recife, além do amargo ano de disputa da Série B do Nacional. Dois dos maiores elencos do Brasil, enfrentaram-se em duas partidas eletrizantes, com amplo domínio dos paulistas que contavam com o astro Ronaldo e o recém chegado da África do Sul, André Santos, hoje na Turquia com Cristian. O Inter contava com Kleber e Nilmar (que foi para o Villarreal da Espanha), também vindos da Seleção. As duas equipes vinham do título do Estadual e buscavam o título de projeção nacional que daria o direito de disputa da onírica Copa Santander Libertadores.

No primeiro jogo em São Paulo, realizada no Pacaembu (quando na verdade deveria ser disputada no Morumbi, porém houve desentendimentos entre as diretorias de Corinthians e São Paulo), gols de Jorge Henrique e Ronaldo. Na segunda partida, no Beira-Rio, o Corinthians tratou logo de liquidar as pequenas chances dos Colorados, com gols de André Santos e novamente Jorge Henrique. A equipe paulista terminou a competição coincidentemente com cinco jogadores autores de três gols (Chicão, André Santos, Dentinho, Jorge Henrique e Ronaldo), além do gol de falta salvador de Cristian na Arena da Baixada.

Autor de dois gols nas duas finais, o destaque corintiano foi o baixinho, marrento e carioca (não é o Romário que decidiu voltar, apesar das inúmeras semelhanças) Jorge Henrique, aparentemente coadjuvante do trio ofensivo corintiano, mas que conquistou seu espaço e confiança do boníssimo técnico Mano Meneses, além de créditos com a exigente Fiel Torcida. Somam-se a este título o Estadual e a Taça São Paulo de Juniores, o Corinthians busca agora a redenção também no Campeonato Brasileiro, o que traria a Tríplice Coroa (do Futebol Profissional, exclui-se os torneios amadores de juniores), fato realizado apenas pelo Cruzeiro de 2003, que contava com Luxemburgo no banco, além de grandes estrelas do Futebol, como Alex, Deivid e Sorín.

Para finalizar, peço encarecidamente desculpas aos leitores e acompanhantes do blog, pela demora na postagem deste acontecimento do Mundo da Bola. Julho é julho, mês de frio e descanso, além do luto pelo astro maior do Pop e outros acontecimentos externos que dificultam a criação de novos artigos para o site. Prometo a publicação de um novo post logo após o término do Derby Paulista entre os arqui-rivais Corinthians e Palmeiras, independente do resultado. Apesar de que parece até ser previsível quem deve se sair melhor num duelo de Ronaldo e Obina...


terça-feira, 21 de julho de 2009

Muricy no Palmeiras e Luxemburgo no Santos

Por Luiz


Quem diria, hein? Dias depois da diretoria ter anunciado que tinha desistido de trazer o Muricy pro Palmeiras, eis que o presidente do time anuncia sua contratação. Pelo jeito o que o treinador queria mesmo era um descanso mais longo antes de assumir outro grande compromisso. E que compromisso! Logo o vizinho e um dos maiores rivais.
Só espero que dê certo. Se a negociação se concretizasse algumas rodadas atrás eu estaria pulando de alegria, mas agora que o time estava tão acertado com o Jorginho, jogando com raça e bom futebol, não sei bem o que esperar. Vai que o grupo não se acostuma com o jeito do Muricy? Vai que acaba se dedicando menos? Questões essas que serão respondidas apenas com o passar dos jogos.
Mas como um amigo meu disse, temos de contar que o clima era tão favorável ao ex-interino porque não vieram as derrotas. Se perdesse umas duas seguidas, como ficaria? Então é melhor confiar no trabalho do Muricy, que é experiente e tem capacidade para levar o Palmeiras ao título, e também deixar o Jorginho para ajudá-lo na comissão técnica, pra ganhar mais experiência e poder se tornar técnico no futuro (um bom técnico, sem dúvida). O time pode não ser brilhante mas tem boas peças, um meio-campo excelente, com o Pierre marcando bem como sempre, Cleiton Xavier e suas assistências, Souza jogando bem, a boa volta do Edmilson e a ótima fase do Diego Souza; tem uma zaga e ataque razoáveis; as laterais boas com Armero, Wendel e, logo logo, Figueroa; e um ataque que não é brilhante, mas dá conta do recado, com a vontade do Obina, o habilidoso porém cheio de problemas Willians, e o Ortigoza, que surpreendeu a todo mundo e tem feito gols importantes.

Já a situação do Luxemburgo no Santos não é tão agradável. O time não é lá essas coisas e vem jogando mal. Tem poucas opções no elenco, uma zaga ruim e conta com o Madson que vem jogando muita bola e o Paulo Henrique. De resto, nada que seja espetacular ou que venha trazendo alegria ao torcedor santista.
O Luxa está desvalorizado depois do trabalho nada brilhante no Palmeiras, com o título do Campeonato Paulista de 2008 apenas. Agora tem um time com mais problemas para serem resolvidos e menos qualidade para conseguir a vaga na Libertadores que ele prometeu. Vamos ver no que dá.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Mercado Internacional da Bola


Por Luiz


Estamos no período de pré-temporada do futebol europeu e as negociações correm a todo vapor. Vamos dar uma rápida passada neste assunto com este post.

Primeiramente, em Portugal, o Benfica está vindo com tudo para se reforçar e acabar com a hegemonia do Porto. Trouxe Ramires e Saviola, dois ótimos reforços, principalmente o brasileiro, pois é jovem e ainda pode dar um bom lucro ao seu clube numa futura transferência.

A Juventus também está trazendo ótimos jogadores para a próxima temporada. Já chegaram Diego, Felipe Melo e Cannavaro. Parece que finalmente a velha Senhora está se recuperando do baque do escândalo de 2006 e formando um time competitivo para o Cálcio. Se vier o André Santos, então...

O Manchester United trouxe uns seis reforços, mas como não conheço muito sobre eles, posso falar apenas sobre a vinda de Michael Owen. Depois de não dar certo no Newcastle (que caiu inacreditavelmente, pois tinha um bom time) ele tem uma grande chance de levantar sua carreira. Talento ele tem, só tem de aproveitar. Temos de observar também que nenhuma das contratações consegue suprir a falta de Cristiano Ronaldo.

Além de tudo o Tevez for pro rival Manchester City para fazer companhia para Robinho. E parece que eles vêm fortes pro ano que vem pois o paraguaio Santa Cruz também já está contratado e se Adebayor também acertar sua transferência o City terá um ótimo ataque. Daí já podem sonhar com uma vaga na Liga dos Campeões, se trouxerem mais alguns reforços para a defesa.

Mas o destaque destes últimos dias fica mesmo para o troca-troca entre Barcelona e Internazionale. Primeramente, Maxwell foi para o time catalão, que não teve de pagar muito para tê-lo, não me lembro do valor real, mas é algo em torno de 8 milhões de euros. O lateral era reserva do italiano Santon e tem qualidade para ser titular no novo time.

E temos a confirmação (pelo menos é o que mostraram na ESPN, se não for verdade não é culpa minha) da troca de Eto’o por Ibrahimovic. O que chama a atenção é que o camaronês será acompanhado de 44 milhões de euros e também do empréstimos de Hleb. Acho que é um bom negócio para ambas as partes. A Inter perde seu melhor jogador, mas ganha um excelente e um bom reforço para o seu time. Já o Barcelona está ainda mais forte para encarar os galácticos do Real Madrid. Messi, Henry e Ibra-kadraba (belo apelido) juntos é pra acabar com qualquer defesa. A temporada espanhola promete.