
Por Bruno
Lendo apreensivo o último post de meu querido companheiro de blog, pude perceber que não havia postado nada referente à música, a mais bela das artes, a que nos traz a essência de nossas almas, tornando-nos mais sensivelmente transcendentais. Isto porque a música desperta em nós lembranças e sensações de nosso íntimo. Talvez o que torne a música tão fascinante, seja o fato de que não podemos vê-la, nem mesmo toca-la, mas apenas saboreá-la com os ouvidos (desculpem-me a sinestesia).
Entendam. Este post não está sendo redigido como membro de uma disputa de egos entre mim e meu companheiro (apesar de que haja uma batalha injusta, para ele, intrínseca post a post, o que só torna a qualidade do blog melhor), mas sim uma forma de demonstrar entrosamento em nossos pensamentos, não só futebolísticos, mas também sonoro.
Partindo agora para as vias de fato, o que este post propõe é a exposição de uma verdade absoluta do velho Rock’n’Roll. Talvez seja uma mera coincidência, apesar de achar que não, mas é fato que dentre as melhores bandas de todos os tempos, estão as bandas com integrantes homossexuais. Pasmem, porém não neguem a qualidade de uma banda chamada Queen, outra chamada Judas Priest, ou mesmo mais perto de vocês, ávidos leitores, Legião Urbana e Barão Vermelho. Notaram alguma semelhança? Não sejam espíritos de porco de dizer que seus vocalistas já não vivem mais entre nós. Nem muito menos que o HIV visitou a saúde dos três rapazes. O que quero chamar a atenção é para as preferências sexuais dos três cantores.
Mas gostaria de saber o por quê dê num planeta com apenas 5% da população mundial de homossexuais (eu acho até muito), haverem tantos vocalistas de grande qualidade, gays? Talvez pela sua proximidade do microfone, diriam alguns espertinhos de plantão. Talvez por sua entrega e dedicação extremas a suas sentimentabilidades, o que os tornem tão singulares e preciosos e precisos e inesquecíveis e únicos (desculpem-me agora, o polissíndeto).
O impressionante é que este fenômeno não se restringe apenas aos homens (vide biografias como as de Cássia Eller, talvez Rita Lee) e nem muito menos ao Rock (Elton John, George Michael, Di, Mi e Ci do NxZero, Lacraia). A verdade é que homossexuais talvez foram feitos para a música, ou até mesmo os que fazem tipo, como Axl Rose – este que está longe do homossexualismo. Este é mais um, dos muitos mistérios relacionado ao mundo da Música, uma vez deusa que inunda nossos tímpanos ao longo das eras (para o bem e, infelizmente, para o mal).
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