Por Bruno
Já não é de hoje que o sexo se tornou rentável, uma vez que dizem as más línguas ser a profissão mais antiga do nosso querido e ‘perversinho’ mundo mundano. Mas o que me deixa abismado é o fato como isso se tornou completamente corriqueiro e até mesmo tão necessário. Também já não é de hoje que se existe a pornografia, mas é claro que com o advento da Internet, as portas se abriram de tal maneira que hoje sejam produzidos todos os dias títulos e mais títulos pornográficos neste ramo que cresce e cresce, como também cresce...
Mas onde quero chegar em todo esse emaranhado de idéias é que a banalização do sexo é tanta que este se tornou arma para o resgate de celebridades, e/ou pseudocelebridades, para a mídia, onde muito tem contribuído as marcas Brasileirinhas, Sexxy Celebridades, Butman (esse talvez não, mas enfim) além é claro da contribuição de talk shows de grandes audiências, como SuperPop, ou programas de ‘intrigas polêmicas’ (ou simplesmente fofocas, para os menos providos de tato para este tipo de texto capcioso).
Dando de certa forma nome aos bois, e às vacas, podemos lembrar dos precursores como Alex + coletivo de ônibus (para evitar o fechamento do blog, um projeto promissor) que foi e voltou e após muitos sussurros e gemidos - não que eu os tenha presenciado, mesmo porque houve cenas com ‘parceiros do mesmo sexo’- finalmente se converteu ao Evangelho; caminho de muitos pecadores...
Além deste cidadão, podemos citar um ‘casal’ quem já fazia coisa parecida trabalhando para, o hoje idolatrado em Portugal, João Kleber, ou até mesmo que trabalhavam com Sergio Mallandro e, neste caso, um detalhe interessante, onde a moça em questão audaciou processar seu ex-patrão (bem, preconceitos à parte, fica meio difícil quando se trabalha num ramo desses processar alguém por assédio de caráter sexual). Engrossam a lista ainda ex-namoradas de filhas de cantoras bregas (neste caso, uma família toda que entrou no embalo), sobrinhas por ‘aproximação’ que se diziam virgens – ainda falando da tal família-,
ex-participantes de reality shows, ex de jogadores, homens travestidos, políticos (esses não ainda, mas são os que mais gozam com mais pessoas, com certeza).
Por fim, poderia emendar um discurso atônito e, no meu caso hipócrita, contra essa verdadeira máfia, mas prefiro me calar e resignar ao fato de que, de uma forma ou de outra, sou mais um, dentre muitos ávidos fãs do sexo uma vez profissão, que como muitos, torce para ficar sozinho em casa e acorda em madrugadas para assistir aquele dvd escondido entre dois títulos infantis e que se encontra naquela falha do assoalho.
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